Ordem: STRUTHIONIFORMES
Família:
Casuariidae
Distribuição e
Habitat :
Vivem em
florestas húmidas, florestas de galeria e savanas arborizadas, na
Austrália e na Nova Guiné.
Identificação:
Medem 1,3 a 1,7 metros de altura. O macho pesa 29 a 34 kg e a fêmea cerca de 58 kg. Reconhecem-se pela grande proeminência córnea que possuem no alto da cabeça. Apresentam pele nua de cor azul, na cabeça e no pescoço, no qual exibem carúnculas (formações carnosas) de cor vermelha. O resto do corpo está coberto por plumas negras bífidas e as asas são muito rudimentares, com as rémiges transformadas em espinhos córneos. Têm três dedos, estando o mais interno munido de uma comprida unha. Os casuares perderam (ao longo da evolução biológica) a capacidade de voar, sendo aves corredoras. Não possuem quilha, como as restantes aves, estando o esterno transformado numa placa óssea achatada de nome ratis (em latim), que está na origem da designação de ratites atribuída às aves corredoras.
Hábitos:
São essencialmente sedentários e bons nadadores.
Dieta:
São omnívoros. Alimentam-se essencialmente de frutos caídos, mas também de fungos, invertebrados e pequenos vertebrados.
Reprodução:
A época de nidificação tende a coincidir com a estação seca. O macho delimita um território de 1 a 5 km2. Durante a parada nupcial, o macho circula em torno da fêmea enquanto incha a garganta e emite vocalizações. O ninho é construído pelo macho e consiste numa pequena depressão no terreno revestida por caules de gramíneas e folhas. A postura é de três a cinco ovos de cor verde brilhante, cabendo apenas ao macho a tarefa de os incubar durante cerca de 50 dias. As crias são nidífugas, isto é, abandonam o ninho precocemente, neste caso, com poucas horas de vida, altura em que já começam a comer sozinhas. É também o macho quem acompanha as crias, durante nove meses, até se tornarem independentes. As fêmeas praticam poliandria sucessiva, isto é, acasalam com mais de um macho na mesma época reprodutora, conseguindo realizar duas ou três posturas durante esse tempo.
Estatuto de conservação e principais ameaças:
É uma espécie vulnerável (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). Tem sido ameaçada pela destruição do habitat e pela caça.
Medem 1,3 a 1,7 metros de altura. O macho pesa 29 a 34 kg e a fêmea cerca de 58 kg. Reconhecem-se pela grande proeminência córnea que possuem no alto da cabeça. Apresentam pele nua de cor azul, na cabeça e no pescoço, no qual exibem carúnculas (formações carnosas) de cor vermelha. O resto do corpo está coberto por plumas negras bífidas e as asas são muito rudimentares, com as rémiges transformadas em espinhos córneos. Têm três dedos, estando o mais interno munido de uma comprida unha. Os casuares perderam (ao longo da evolução biológica) a capacidade de voar, sendo aves corredoras. Não possuem quilha, como as restantes aves, estando o esterno transformado numa placa óssea achatada de nome ratis (em latim), que está na origem da designação de ratites atribuída às aves corredoras.
Hábitos:
São essencialmente sedentários e bons nadadores.
Dieta:
São omnívoros. Alimentam-se essencialmente de frutos caídos, mas também de fungos, invertebrados e pequenos vertebrados.
Reprodução:
A época de nidificação tende a coincidir com a estação seca. O macho delimita um território de 1 a 5 km2. Durante a parada nupcial, o macho circula em torno da fêmea enquanto incha a garganta e emite vocalizações. O ninho é construído pelo macho e consiste numa pequena depressão no terreno revestida por caules de gramíneas e folhas. A postura é de três a cinco ovos de cor verde brilhante, cabendo apenas ao macho a tarefa de os incubar durante cerca de 50 dias. As crias são nidífugas, isto é, abandonam o ninho precocemente, neste caso, com poucas horas de vida, altura em que já começam a comer sozinhas. É também o macho quem acompanha as crias, durante nove meses, até se tornarem independentes. As fêmeas praticam poliandria sucessiva, isto é, acasalam com mais de um macho na mesma época reprodutora, conseguindo realizar duas ou três posturas durante esse tempo.
Estatuto de conservação e principais ameaças:
É uma espécie vulnerável (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). Tem sido ameaçada pela destruição do habitat e pela caça.
espero que goste!




, beijos
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